Café Container
No final de uma tarde de inverno, ela encontra ele, aquele que um dia foi seu aprendiz e hoje é quem a ensina e ainda passa lição de casa: "qual a história do filme?" "Sobre o que é esse filme?" Poooois é...
Já escrevendo esse post sou influenciada por suas recomendações, quanto não ser tãaao objetiva e direta, assertiva sim, mas num jogo de palavras e regras gramaticais que seja envolvente, instigante a tal ponto que as palavras seduzam o leitor... Entre ideias, café, conceitos, neurolinguística, psicologia, croissant, linguística, chocolate belga gelado, vou compreendendo a racionalidade e mentalidade da escrita e do escrever, e não consigo manter a seriedade e foco... mas também gente, não é sempre que se consegue uma conexão mental (ainda do café)... bem, voltando a racionalidade da escrita e do escrever, das trocas profissionais (mesmo!), fica claro que terei muito trabalho pela frente se realmente quiser publicar meu livro não-científico.
Sim! Ainda quero escrever outros livros: sobre esquizofrenia e a prática clínica e mais um sobre relacionamentos, mas tragicômico rs...
O pouco que escrevo hoje, registra a distração de uma mente inquieta...
Mas preciso escrever, pois a escrita auxilia a memória, então... vamos lá!
Ao chegar no café pensei: procure por uma moça com cabeleira que achara o Fer e feito! Lá estava aquele moreno alto, sentado, pernas cruzadas (Não brinquei com a combinação de cabeleira e pernas cruzadas mais por questão de ser politicamente correta que bom senso..), distraindo-se com o cardápio. Sim, seus cabelos eram longos e estavam soltos, mostrando todo o cuidado que tem com suas madeixas. Num espaço reservado, com duas poltronas que proporcionava conforto, um bom bate papo que permitia o não contar horas, salvo - as consultas constantes ao celular que ele fazia, alimentando uma pose sex geek -, e antes que os politicamente corretos acusem-me de homofobia, o pensar inicial em nada tem a ver com asco ou preconceito, mas, para manter um olhar formal - profissional e não ceder ao impulso sapiosexual - se serve de justificativa. Fala-se de trabalho, práticas profissionais, memória, afeto, língua e vivências, detalhes que gostaria de lembrar para compor esse texto, não lembro das definições linguística, mas lembro da professora velhinha que o chama para breja e churras, enquanto faz fumaça... ah, os afetos, esses prendem minha atenção mais que palavras - timbres, tom, frequência, energia, interjeição ou não.
Assim sigo numa calibração constante entre razão e emoção, palavras e frases... e retomo o projeto do livro para doar essa energia libidinal que ricamente se transforma em palavras pela sublimação - bendita psicanálise!
Ah, isso não é autoanálise, mas autoconhecimento - apenas para constar.
Por fim, será necessário revisitar todos meus posts: textos, poemas, músicas... Definir um personagem e juntar esses recortes, ainda bem que teremos novos cafés pela frente... "Çocoooorro!" rs
É isso aí!
Segue o baile...
Já escrevendo esse post sou influenciada por suas recomendações, quanto não ser tãaao objetiva e direta, assertiva sim, mas num jogo de palavras e regras gramaticais que seja envolvente, instigante a tal ponto que as palavras seduzam o leitor... Entre ideias, café, conceitos, neurolinguística, psicologia, croissant, linguística, chocolate belga gelado, vou compreendendo a racionalidade e mentalidade da escrita e do escrever, e não consigo manter a seriedade e foco... mas também gente, não é sempre que se consegue uma conexão mental (ainda do café)... bem, voltando a racionalidade da escrita e do escrever, das trocas profissionais (mesmo!), fica claro que terei muito trabalho pela frente se realmente quiser publicar meu livro não-científico.
Sim! Ainda quero escrever outros livros: sobre esquizofrenia e a prática clínica e mais um sobre relacionamentos, mas tragicômico rs...
O pouco que escrevo hoje, registra a distração de uma mente inquieta...
Mas preciso escrever, pois a escrita auxilia a memória, então... vamos lá!
Ao chegar no café pensei: procure por uma moça com cabeleira que achara o Fer e feito! Lá estava aquele moreno alto, sentado, pernas cruzadas (Não brinquei com a combinação de cabeleira e pernas cruzadas mais por questão de ser politicamente correta que bom senso..), distraindo-se com o cardápio. Sim, seus cabelos eram longos e estavam soltos, mostrando todo o cuidado que tem com suas madeixas. Num espaço reservado, com duas poltronas que proporcionava conforto, um bom bate papo que permitia o não contar horas, salvo - as consultas constantes ao celular que ele fazia, alimentando uma pose sex geek -, e antes que os politicamente corretos acusem-me de homofobia, o pensar inicial em nada tem a ver com asco ou preconceito, mas, para manter um olhar formal - profissional e não ceder ao impulso sapiosexual - se serve de justificativa. Fala-se de trabalho, práticas profissionais, memória, afeto, língua e vivências, detalhes que gostaria de lembrar para compor esse texto, não lembro das definições linguística, mas lembro da professora velhinha que o chama para breja e churras, enquanto faz fumaça... ah, os afetos, esses prendem minha atenção mais que palavras - timbres, tom, frequência, energia, interjeição ou não.
Assim sigo numa calibração constante entre razão e emoção, palavras e frases... e retomo o projeto do livro para doar essa energia libidinal que ricamente se transforma em palavras pela sublimação - bendita psicanálise!
Ah, isso não é autoanálise, mas autoconhecimento - apenas para constar.
Por fim, será necessário revisitar todos meus posts: textos, poemas, músicas... Definir um personagem e juntar esses recortes, ainda bem que teremos novos cafés pela frente... "Çocoooorro!" rs
É isso aí!
Segue o baile...
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